Marketing Digital UX Design

Planejamento, experiência e o sucesso da sua marca!

Como anda sua atuação no digital? Para um bom planejamento e experiência de seus clientes, sua empresa precisa seguir alguns passos.

Por Fernando Estanislau, CEO 

Em nossa área, a análise de mercado e comportamento é uma tarefa obrigatória que demanda planejamento, tangibilização intensa, implementação eficaz e constante capacidade de adaptação do pensamento criativo ̶ ainda mais do “digital first”. Planejamento e tangibilização permitem que haja um roteiro, uma metodologia e sua implementação eficaz dá sentido a processos, apara arestas e também ruídos da sua marca. Dessa forma, garantimos com que a análise de dados posteriores esteja traçada na direção correta. Já a constante capacidade de adaptação possibilita com que o processo faça cada vez mais sentido e gere cada vez mais frutos e resultados para as ações de marketing e comunicação que nossos clientes precisam.

Para uma adequada presença digital, deve se pensar em pelo menos um objetivo específico, como por exemplo, visibilidade, captação de cadastros, vendas, reforço de uma ideia, conceito, compartilhamentos, votos, enfim, há uma infinidade de possibilidades. Na sequência, deve se pensar no público-alvo que se quer atingir e no fluxo de experiência que esses terão: o que deve estar na página inicial? Onde estarão e em que momento será apresentado cada um dos botões, textos, ícones e outros elementos de design? Como abordar certos assuntos? Qual a linguagem correta? Está adequado para o mobile? Bem, se estamos falando de uma presença digital que tenha um website como projeto prioritário, na qual tudo já deve ser considerado, o que diríamos sobre um trabalho mais completo de construção, estratégia de imagem e reposicionamento que contemple, por exemplo, pesquisas de comportamento, branding, conceitos de design aplicados, postura nas redes sociais, voz para a marca e muito mais?

A visão estratégica que queremos aqui dividir é de que as agências (com DNA digital) que planejam e pesquisam jornadas e comportamentos para a solução de problemas são consideradas como o “new business”, pois têm a capacidade de desenhar e propor novos modelos de negócio para seus clientes, antes mesmo de partir para a criação da presença digital ou de qualquer outra campanha. Você, por exemplo, consegue imaginar uma campanha hoje sem ser digital? Então, nessa imensa onda de transformação dos negócios em nossa cadeia e das relações que ajudamos a construir entre marcas e consumidores, é óbvio que modelos tradicionais precisam de um novo olhar e de um novo planejamento. Mais ainda, precisam de um novo cliente que entenda os caminhos mais indicados para a construção de relacionamento, engajamento e experiência com o seu público final.

As agências “new business”, com esse novo mindset, não podem ser comparadas com as que existem hoje (em termos), mas devem servir como referências para as novas agências de propaganda e publicidade. Vivemos em constante e rápida adequação do nosso modelo e da nossa realidade porque, na verdade, esses movimentos silenciosos de proposição e inovação acontecem aqui. Sendo assim, devemos estar cada mais próximos de um modelo de startup e livres da ditadura dos modelos tradicionais da publicidade. Precisamos ter mais liberdade de oferecer novos caminhos, principalmente naquele do qual nascemos: o digital.

Ainda percebemos o mercado carente. Percebemos muitas empresas que ainda não estão criando leads com sua atuação no digital (não é apenas uma questão de AdWords e melhora orgânica), que ainda não comercializam por seus canais digitais, não estão ao toque dos dedos de seus clientes e consumidores com um app de contexto, que ainda não desenharam estratégias para melhorar a utilização desses e de outros canais e que não sabem qual o retorno disso tudo para seus negócios. O planejamento tático ainda é muito previsível. No máximo, são superficiais e vão até as redes sociais, com gracinhas para um engajamento que não lhe trarão retorno algum. Mas é um começo, concordo. É importante começar por algo ou começar de novo, se for o caso. Por isso, construa relações, mantenha-se presente e relevante dentro da jornada do seu cliente. Aliás, essa última não é moda, trata-se de um estudo que te ajuda a sacar qual a sua relevância e, com isso, traz ainda mais fidelização e audiência.

Resultados, inegavelmente, têm que fazer parte dos principais KPI’s de um bom trabalho. Para nós, a comunicação e a publicidade criam todo esse ecossistema (e pode ser mais aprofundado ainda). Já o cliente tem o direito e o dever de resumir tudo ao sucesso em relação aos objetivos traçados e à expansão de suas possibilidades de atuação.

Eu, minha agência e minha equipe trabalhamos com esse pensamento: sua comunicação tem que ter e fazer algum sentido na vida das pessoas, não sendo apenas o aumento das vendas. Venda 50 vezes para um e não 1 vez para cinquenta. Mas se for apenas para facelift, ou seja, ressignificar e traduzir melhor o seu business para o mercado, já teremos parte de nossa missão cumprida.

Bons negócios e até a próxima!

Sobre o autor

Tritone Interactive

A Tritone é uma agência de experiência e design digital. Trabalhamos para encontrar as melhores soluções que resultam em experiências por meio dos canais digitais disponíveis e, por intermédio delas, repensamos os serviços e a forma como as interações entre marcas e seus clientes podem se desenvolver, criando engajamento e fidelização.

Pioneiros em webdesign, arquitetura de informação, concepção de plataformas que automatizam processos, conteúdo, forma e função. Evoluímos naturalmente para o design de experiência porque temos a tecnologia e o design em nosso DNA. Conhecemos profundamente a importância do branding e, por isso, somos o parceiro ideal para realizar as transformações que nossos clientes buscam e necessitam.

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